sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Projeto “Jardim da Amizade”

Projeto implantado, na Escola Agricola  Martinho Di Ciero, intitulado jardim da amizade,
Segue a baixo fotos  da implantação do jardim




E fotos do jardim finalizado






20% das plantas do planeta estão ameaçadas de extinção!!!!!!!......
Segundo um novo estudo, uma em cada cinco espécies de plantas do mundo está em vias de extinção. Os pesquisadores puderam comprovar o que suspeitavam: a principal causa da ameaça de extinção é a perda de habitat induzido pelos seres humanos.
O estudo revelou que a perda de habitat devido ao uso da terra para agricultura ou criação de animais é a maior ameaça para a vida das plantas. As florestas tropicais são as mais ameaçadas dos ecossistemas vegetais.
Os pesquisadores também disseram que as gimnospermas, o grupo de plantas que inclui as coníferas (pinheiros) e cicadáceas, são as plantas mais ameaçadas da Terra. Ao todo, o relatório revelou que as plantas estão mais ameaçadas do que os pássaros, e tão vulneráveis quanto os mamíferos do planeta.
Este estudo é um dos mais abrangentes já realizados que examinou o estado das plantas na Terra. Ele levou vários anos para ser concluído, sendo que centenas de cientistas no mundo todo examinaram milhares de espécies, usando uma variedade de métodos de imagens de satélite e modelagem no computador para análise de amostras de plantas arquivadas.
Esta é a primeira vez que vemos a verdadeira extensão da ameaça em que se encontram as plantas do nosso planeta. Estima-se que há 380 mil espécies de plantas do mundo, e os resultados do estudo, que se focou em 4.000 espécies de plantas mais cuidadosamente avaliadas, aponta que 20% delas estão ameaçadas.
O relatório da pesquisa mostrou as plantas e as regiões mais ameaçadas. No entanto, cerca de um terço das espécies analisadas são insuficientemente conhecidas para que os pesquisadores realizassem um diagnóstico de conservação.
Segundo eles, começa por aí a dimensão da tarefa que os cientistas ainda têm pela frente. Os pesquisadores disseram que para responder a perguntas cruciais, como a rapidez com que estamos perdendo espécies e por quê, e o que podemos fazer sobre isso, eles precisam estabelecer uma base, podendo a partir daí medir a mudança.
A conclusão dos cientistas é que a diversidade de plantas sustenta toda a vida na Terra, por isso, é muito preocupante que a nossa própria espécie esteja ameaçando a sobrevivência de milhares de espécies de plantas.
O estudo veio em tempo certo. Governos de vários países estão se preparando para definir novas metas em direção a um esforço global de conversação do meio ambiente, em uma cúpula de biodiversidade da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá em Nagoya, no Japão, no próximo mês.
Fontes:

Plantas Exóticas

Hydnora hydnoraceae

Se comportam como a Raflesia Arnoldii (Flor-monstro), ou seja, parasitam outras plantas para sobreviver. Elas também exalam um forte odor de carniça com a qual atraem besouros coprofágos para dentro de suas flores que, se fecham e só abrem tempos depois para liberar os insetos. Estes cheios de polém acabam por garantir a manutenção destas espécies pois quando visitam outras flores acabam por polinizá-las. Sem sombra de dúvidas uma estrátegia inteligente da parte destas bizarras plantas.

A familia Hydnoraceae, é dividido em dois géneros - Hydnora (5 espécies) e Prosopanche (2 espécies) - , as do primeiro género podem ser encontradas na África continental, Madagáscar e Arabia Saudita e as do segundo são oriundas da América Central e do Sul. Sendo assim, é possível que uma das espécies do género Prosopanche exista no sul de nosso país.

Sem sombra de dúvidas só de olhar para essas fotos, começo a me perguntar daonde surgiram todas aquelas histórias de ETs da ficção científica.

Rafflesia Arnoldii 

De todas, existe uma planta exótica específica que é melhor você nunca encontrar. ARafflesia Arnoldii é extremamente rara e tem 90 centímetros de largura e pode chegar a pesar mais de dez quilos. O problema da planta é que, quando ela está em seu habitat úmido, ela libera um terrível cheiro, sendo até chamada de planta-cadáver pelos nativos da Indonésia. O florescimento da planta é muito raro, e apenas 10 a 20% de suas sementes chegam a ser polinizadas.

Amorphophallus titanum
Outra flor que você não gostaria de ter por perto: esta flor, mais alta que humanos, fede terrivelmente e tem uma cor arroxeada que se assemelha a um cadáver. A flor, que também vem da Indonésia, é muito rara, e tem a maior inflorescência do mundo.

Baobá

O baobá é o nome comum de oito espécies de árvores nativas de Madagascar, existentes na África e na Austrália. Conhecida como árvore-garrafa, ela não apenas se assemelha a uma, mas também consegue guardar em seu interior até 300 litros de água!


Welwitschia Mirabilis


A planta, nativa  do deserto Namibe, na África, é realmente única: ela consiste de apenas duas folhas e um caule com raízes. As folhas continuam a crescer indefinidamente, e o caule engrossa, em vez de ficar mais alto, e pode chegar a dois metros de altura e oito metros de comprimento. A estimativa de vida dessas plantas é de 400 a 1500 anos, e elas podem sobreviver a até cinco anos sem chuva. A planta é utilizada na alimentação e seu nome popular na região, onyanga, significa “cebola do deserto”.











Plantas carnívoras
Espécies,dicas para cultivo

Cephalotus
Cephalotus follicularis
 

Origem:
O cephalotus pode ser encontrado em estado selvagem numa zona estreita junto á costa de cerca de 300 Km á volta de Esperence Bay no sudoeste da Australia.
Não é considerada uma planta para principiantes.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão :
O clima de verão em Portugal é adequado.
Inverno :
5  C a 10  C , não é critico. temperaturas demasiado baixas podem matar a planta.
Humidade:
É necessária uma humidade elevada , devido a isto é necessário um terrário.
Luminosidade:
Sol directo durante muitas horas não é o ideal.
Mais sol origina armadilhas mais pequenas e mais coloridas , menos sol origina armadilhas maiores mas mais verdes.
Água:Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
O metodo do prato com água por baixo do vaso pode ser utilizado mas o cephalotus não gosta de um solo completamente empapado em água por isso convém deixar a água desaparecer completamente do prato antes de acrescentar mais.
Outra forma é regar o solo por cima ( sem molhar a planta ) e deixar escorrer, este metodo requer mais cuidado e experiencia com a planta.
 Solo:
 
Mistura de uma parte turfa acida , com duas partes de perlite.
 Dormencia: Não tem periodo de dormencia.
Alimentação: Insectos pequenos adequados ao tamanho da abertura das armadilhas podem ser usados , formigas ,moscas , aranhas , etc.


Dionaea
Dionaea Muscipula



Dionaea muscipula com caule floral.
Pode-se observar o grande comprimento que atinge o caule floral em relação á planta.
Origem:
A Dionaea muscipula é uma planta originária da américa do norte mais precisamente da Carolina do Norte , apenas pode ser encontrada em Wilmington, numa area de 150 Km em volta desta cidade.
O seu habitat natural é um solo ácido ( Ph entre 3 e 5 ) , o clima é quente e humido com  temperaturas no verão variaveis entre 9 C e 30 C , no inverno a temperatura chega a atingir os 7 C negativos.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão :
O clima de verão em Portugal é adequado.
Não exceder 40  ° C
Inverno :
Abaixo de 15 ° C
Luminosidade:

Sol direto.
Água:
Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
Verão: Solo permanentemente humido, utilizar o metodo do prato com água por baixo do vaso
Inverno: Não tão humido como no verão mas nunca deixar secar completamente,esperar que a água do prato desapareça antes de colocar mais.
Solo:
Nunca usar fertilizantes.
Mistura de turfa acida , perlite ,vermiculite proporções em volume 4 : 1 : 1
Mistura de turfa acida , perlite proporções em volume 1 : 1
Não é muito critico , há varias misturas que funcionam ( sempre tendo em conta que seja uma mistura ácida Ph < 7 )
Dormencia:
Necessita de um periodo de dormencia (Inverno), ou seja precisa de ter alguns meses de frio para descansar , quando a primavera regressa a planta volta a crescer com toda a energia, o não respeito por este periodo pode levar lentamente á morte da planta
Alimentação:
O ideal é deixar a planta em paz, se tiver acesso ao exterior ( pode ser numa janela ) ela consegue "caçar" sozinha,mesmo no interior há sempre uma mosca ou um mosquito que tem azar, mas é sempre divertido apanhar algum bicharoco e dar-lhe a comer , mas neste caso é preciso ter atenção ao seguinte pormenor , só alimentar com insectos vivos , o tamanho ideal do insecto deve ser menor que 1/3 do tamanho da armadilha para que não aja o perigo da armadilha apodrecer durante a digestão.
 Variantes ( cultivars ):
Existem várias variantes de dionea, umas destinguem se pelas cores que apresentam, outras pelas diferenças nas formas das armadilhas.
Sementes:
Para obter germinação destas sementes basta coloca-las na superficie do solo humido sem as enterrar e esperar algumas semanas  considera-se a temperatura ideal para germinação entre 20 C e 25 C , com humidade elevada. A rega deve ser feita pelo método do prato com água por baixo do vaso.

Aliciae



Origem:
Africa do sul.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão : O clima de verão em Portugal é adequado.
Não exceder 40   C
Inverno : 5 a 15  C, não é necessário ter estas temperaturas baixas no inverno pode ser mantida a uma temperatura superior durante o ano inteiro sem qualquer tipo de problema.
Luminosidade:
Media luminosidade a sol directo.
Água:
Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
Solo:
Mistura de turfa acida , perlite ,vermiculite proporções em volume 4 : 1 : 1
Mistura de turfa acida , perlite proporções em volume 1 : 1
Não é muito critico , há varias misturas que funcionam ( sempre tendo em conta que seja uma mistura ácida Ph < 7 )
Dormencia:
Não necessita de um periodo de dormencia
Fontes:
http://www.carnivoras.org/new/node/192


Nepenthes attenboroughii.



Uma nova espécie de planta carnívora gigante foi descoberta na área central das Filipinas. A planta é uma das maiores do tipo, e pode se alimentar até de pequenos mamíferos, como ratos. Durante a expedição que descobriu a nova espécie, a equipe de botânicos também encontrou samambaias rosadas e cogumelos azuis que não conseguiram identificar.
Acreditava-se na existência desta espécie de planta carnívora desde 2000, quando dois missionários tentaram escalar o Monte Vitória, um ponto pouco visitado da área central das Filipinas, e avistaram a planta. A história chamou a atenção do explorador britânico Stewart McPherson, do botânico Alastair Robinson e de Andreas Fleischmann, especialistas em plantas carnívoras interessados em encontrar novas espécies.
Em 2007, os especialistas viajaram durante dois meses para as Filipinas. Lá, a 1600 metros acima do nível do mar, encontraram a nova espécie. De acordo com McPherson, eles perceberam de imediato que a planta encontrada não era de uma espécie conhecida. A planta recebeu o nome científico de Nepenthes attenboroughii.
Durante a expedição, a equipe de McPherson também encontrou plantas da espécieNepenthes deaniana, que não era encontrada na natureza há mais de cem anos. O único exemplar desta espécie foi perdido em um incêndio em 1945.
McPherson afirma que a nova espécie é uma das maiores plantas carnívoras conhecidas pelo homem. “Ela produz armadilhas espetaculares, que capturam não apenas insetos, mas também roedores do tamanho de ratos”, diz.
A planta não cresce em grande quantidade, mas McPherson acredita que a inacessibilidade do local em que ela é encontrada possa impedir que ela sofra com o ataque de humanos. [BBC]



Fontes:






quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Historia do paisagismo parte 4
Jardins persas
Os persas mesclaram elementos da arquitetura e jardins gregos e egípcios, formando um estilo misto, jardins estritamente formais, bastante elaborados no seu aspecto cênico e utilitário, servindo para o deleite daquele povo. Espelhos de água figuravam em meio ás alamedas onde foram introduzidas espécies perfumadas de árvores frutíferas dentre outras inúmeras espécies de flores o que precede um novo conceito na arte de construí-los, passando a vegetação a ser estimada pelo valor decorativo das flores, sempre perfumadas, do que seu aspecto de utilidade que possuíam anteriormente.
Eles exerceram grande influência sobre a história dos jardins agindo diretamente sobre a estética dos jardins muçulmanos, que por sua vez transportaram certos temas até o extremo ocidente.

 Fontes :

Historia do paisagismo parte 3
Jardins egípcios
Os jardins egípcios foram desenvolvidos de acordo com a topografia do rio Nilo que era constituído de grandes planos horizontais com a rigidez retilínea e a geometria, fizeram que os jardins tivessem uma simetrização rigorosa, tudo de acordo com os quatro pontos cardeais, o traçado obedecia rigidamente às motivações astrológicas determinadas pelos sacerdotes, configurando as normas religiosas daquela época. O critério de plantio seguiu as tradições de suas atividades agrícolas na planície do Nilo.
Os jardins não eram construídos unicamente para o lazer, assim como na Mesopotâmia produziam se alimentos para toda a população. Também eram cavados bacias na beira do rio onde a água era captada por infiltração. Em formas retângulas eram repletas de plantas aquáticas e diversos animais dentre eles várias espécies de pássaros.

 Fontes :
http://pt.scribd.com/doc/51648287/historia-do-paisagismo-2




Fontes:
http://www.google.com.br/imgres?um=1&hl=pt-PT&biw=1366&bih=634&tbm=isch&tbnid=qi2W-oBXkMstSM:&imgrefurl=http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id153.htm&docid=GnlY1hcCLdt5dM&imgurl=http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.



Historia do paisagismo parte 2
Jardins na mesopotâmia
Há mais de 2000. ac, a mesopotâmia situado entre os rios tigre e Eufrates –cultivava  jardins nos templos plantando  frutas e legumes para  oferecer aos deuses e também para  alimentar  aos serviçais, os jardins eram plantados sobre os terraços dos prédios de vários pavimentos .os trabalhos de irrigação e manutenção eram realizados manualmente, cada planta era disposta dentro de uma espécie de vaso preparado isoladamente onde se mantinha irrigação constante. A história das civilizações antigas relata que os assírios foram os mestres das técnicas de irrigação e drenagem, criando vários pomares e hortas formados pelos canais que se cruzavam.
À medida que o mundo babilônico crescia os jardins ganhavam uma proporção maior com formação de verdadeiros parques de inclinação estes jardins se tornaram os famosos jardins suspensos da babilônia considerados uma das sete maravilhas do mundo antigo. Segundo os historiadores estes jardins foram construídos pelo rei Nabucodonosor ll (605-662 a.c) para sua esposa, rainha Semíramis, ela era de origem persa, tinha muitas saudades da paisagem da sua terra natal (região noroeste do atual Irã) e os jardins suspensos lhe trazia conforto.
Historia do paisagismo parte 1
Regredindo no tempo até a pré-história, onde estudos arqueológicos apontam para a relação do homem com a natureza sempre existiu pelo fato do homem sempre estar ligado com o ambiente vegetal ao qual nasce e passa seus primeiros anos de vida. os homens pré-históricos sempre levavam consigo vários tipos de vegetação que mais lhe agradava para as proximidades de suas cavernas iniciando assim o paisagismo pré-histórico.
É definitivamente compreensível que tais seres humanas ainda não tinham a mínima noção de agricultura, por isso eles expressavam sua cultura através das pinturas rupestres.
Além dos conceitos religiosos e filosóficos vários outros fatores formadores da cultura floresceram e propiciaram inúmeras manifestações artísticas e dentre as inúmeras atividades e obras em pinturas, esculturas, literatura, dança etc., o homem também desenvolveu a capacidade de modificar e projetar jardins.


 Fontes :




O que faz o Paisagista?



O que faz o  Paisagista?
O paisagista é um profissional cada vez mais valorizado, diferentemente de alguns anos atrás, que era visto como jardineiro. Ele é responsável pelo estudo e planejamento dos espaços, pelo desenho do projeto (a mão livre ou no computador) e pelo gerenciamento da implantação e manutenção. 
Fontes:

Art Nouveau



Art Nouveau
Art Nouveau (pronúncia francesa: [aʁ nuvo], anglicizada) é uma filosofia e estilo internacional de arte, arquitetura e arte aplicada – especialmente as artes decorativas- que foram mais populares de 1890 – 1910. O nome “Art Nouveau” é francês para “arte nova”. Ela também é conhecida como Jugendstil, pronunciada [ˈjuːɡn̩tʃtiːl ], alemão para “estilo da juventude”, que recebeu o nome devido à revista Jugend, que a promoveu, como Moderna na Rússia, que talvez tenha recebido seu nome devido à galeria Parisiense “La Maison Moderne”, como Secessão na Áustria-Hungria e seus estados sucessores, devido ao Grupo Vienense de Artistas, e na Itália, como Stile Liberty, devido à loja de departamento London, Liberty & Co., que popularizou o estilo. Uma reação à arte acadêmica do século 19, o movimento da Art Nouveau foi inspirado por formas e estruturas naturais, não somente em flores e plantas, mas também em linhas curvas. Arquitetos tentavam harmonizar com o ambiente natural. Ela também pode ser considerada uma filosofia do desenho de mobílias, que foi desenhado de acordo com a construção e a parte feita da vida ordinária.
O estilo foi fortemente influenciado pelo artista Tcheco Alphonse Mucha quando ele produziu um pôster litografado que apareceu em 1o de Janeiro de 1895 nas ruas de Paris como uma propaganda para a peça Gismonda por Victorien Sardou com a Sarah Bernhardt. O pôster popularizou o novo estilo artístico e seu criador para os cidadãos de Paris. Inicialmente denominado Style Mucha, seu estilo logo ficou conhecido como Art Nouveau.
Art Nouveau foi mais popular na Europa, mas sua influencia foi global. Assim, ela é conhecida de várias formas com frequentes tendências localizadas junto. Na França, as entradas do Paris metro feitas por Hector Guimard eram do estilo Art Nouveau e Emile Gallé praticou o estilo em Nancy. Victor Horta teve um efeito decisivo na arquitetura na Bélgica. Revistas como a Jugend ajudaram a divulgar o estilo na Alemanha, especialmente como uma forma de arte gráfica, enquanto os secessionistas de Viena influenciaram a arte e a arquitetura de toda a Áustria-Hungria. Art Nouveau também era o estilo de indivíduos distintos como Gustav Klimt, Rennie Mackintosh, Alphonse Mucha, René Lalique, Antoni Gaudi e Louis Comfort Tiffany, cada um dos quais interpretou o Art Nouveau de sua própria maneira.
Apesar de o Art Nouveau ter sido substituído pelos estilos modernistas do século 21, ele é atualmente considerado uma importante transição entre o historicismo do neoclassicismo e o modernismo. Além disso, monumentos Art Nouveau são agora reconhecidos pela UNESCO em sua lista de patrimônio mundial como contribuições significativas para o patrimônio cultural. O centro histórico de Riga, Letônia, com “a melhor coleção de construções Art Nouveau na Europa”, foi incluso na lista em 1997 parcialmente devido à “qualidade e quantidade de sua arquitetura Art Nouveau/Jugendstil e quatro casas de campos de Bruxellas feitas por Victor Horta foram incluídas em 200 como “obras de criatividade humana genial” que são “exemplos excepcionais da arquitetura Art Nouveau brilhantemente ilustrando a transição do século 19 para o 20 na arte, pensamento e sociedade.
As origens do Art Nouveau são encontradas na Resistencia do artista William Morris por meio das composições desordenadas e as tendências revivalistas no século 19 e suas teorias que ajudaram iniciar o movimento de “Arts and Crafts”. No entanto, a capa do livro Wrens City Churches (1883) feita por Arthur Mackmurdo, com seus rítmicos padrões florais é comumente considerado a primeira realização de Art Nouveau. Por volta da mesma época, a perspectiva plana e as cores fortes das impressões japonesas em bloco de madeira, especialmente aquelas do Katsushika Hokusai, tinham um efeito forte na formulação do Art Nouveau. O Japonismo que foi popular na Europa durante 1880 e 1890 foram particularmente influenciais em muitos artistas com suas formas orgânicas e referencias para o mundo natural. Além de ser adotado por artistas como Emile Gallé e James Abbott McNeil Whistler, a arte e o design de inspiração Japonesa foram defendidos pelos empresários Siegfried Bing e Arthur Lasenby Liberty em suas lojas em Paris e em Londres, respectivamente.
Apesar do Art Nouveau ter adquirido tendências locais distintas na medida que sua dispersão geográfica espalhou, algumas características gerais são indicativos da forma. A descrição publicada na revista Pan do quadro Cyclamen (1894) de Herman Obrist descrevia a obra como “curvas violentas e repentinas geradas pelo estalar de um chicote”, ficou muito bem conhecida durante a propagação inicial do Art Nouveau. Subsequentemente, não só a obra ficou conhecida como The Whiplash como também o termo “whiplash” passou a ser frequentemente aplicado às curvas características usadas pelos artistas do Art Nouveau. Tais padrões decorativos “whiplash’, formados por linhas dinâmicas, ondulantes e fluídas em um ritmo sincopado, são encontrados na arquitetura, pintura, escultura e outras formas de design Art Nouveau.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Art_nouveau