terça-feira, 30 de outubro de 2012

Biografia Roberto Burle Marx

Roberto Burle Marx foi um dos maiores paisagistas do nosso século, distinguido e premiado internacionalmente. Artista de múltiplas artes, foi também, desenhista, pintor, tapeceiro, ceramista, escultor, pesquisador, cantor e criador de jóias, sensibilidades que conferiram características específicas a toda a sua obra.
Nasceu em São Paulo, a 4 de agosto de 1909, passando a residir no Rio de Janeiro a partir de 1913. De 1928 a 1929 estudou pintura na Alemanha, tendo sido freqüentador assíduo do Jardim Botânico de Berlim, onde descobriu, em suas estufas, a flora brasileira.Seu primeiro projeto paisagístico foi para a arquitetura de Lúcio Costa e Gregori Warchavchik, em 1932, passando a dedicar-se ao paisagismo, paralelamente à pintura e ao desenho.

Em 1949, com a compra de um sítio de 365.000 m2, em Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, organizou uma grande coleção de plantas. Em 1985 doou esse Sítio, com todo o seu acervo, à extinta Fundação Nacional Pró Memória, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN.











Fontes:





segunda-feira, 15 de outubro de 2012


Projeto de paisagismo em andamento

“Recanto de vênus”

Local: salão de beleza “Zuza cabelereira”.
Imagens do local antes da implantação:









Imagens do local durante a implantação:


















sexta-feira, 21 de setembro de 2012


Projeto “Jardim da Amizade”

Projeto implantado, na Escola Agricola  Martinho Di Ciero, intitulado jardim da amizade,
Segue a baixo fotos  da implantação do jardim




E fotos do jardim finalizado






20% das plantas do planeta estão ameaçadas de extinção!!!!!!!......
Segundo um novo estudo, uma em cada cinco espécies de plantas do mundo está em vias de extinção. Os pesquisadores puderam comprovar o que suspeitavam: a principal causa da ameaça de extinção é a perda de habitat induzido pelos seres humanos.
O estudo revelou que a perda de habitat devido ao uso da terra para agricultura ou criação de animais é a maior ameaça para a vida das plantas. As florestas tropicais são as mais ameaçadas dos ecossistemas vegetais.
Os pesquisadores também disseram que as gimnospermas, o grupo de plantas que inclui as coníferas (pinheiros) e cicadáceas, são as plantas mais ameaçadas da Terra. Ao todo, o relatório revelou que as plantas estão mais ameaçadas do que os pássaros, e tão vulneráveis quanto os mamíferos do planeta.
Este estudo é um dos mais abrangentes já realizados que examinou o estado das plantas na Terra. Ele levou vários anos para ser concluído, sendo que centenas de cientistas no mundo todo examinaram milhares de espécies, usando uma variedade de métodos de imagens de satélite e modelagem no computador para análise de amostras de plantas arquivadas.
Esta é a primeira vez que vemos a verdadeira extensão da ameaça em que se encontram as plantas do nosso planeta. Estima-se que há 380 mil espécies de plantas do mundo, e os resultados do estudo, que se focou em 4.000 espécies de plantas mais cuidadosamente avaliadas, aponta que 20% delas estão ameaçadas.
O relatório da pesquisa mostrou as plantas e as regiões mais ameaçadas. No entanto, cerca de um terço das espécies analisadas são insuficientemente conhecidas para que os pesquisadores realizassem um diagnóstico de conservação.
Segundo eles, começa por aí a dimensão da tarefa que os cientistas ainda têm pela frente. Os pesquisadores disseram que para responder a perguntas cruciais, como a rapidez com que estamos perdendo espécies e por quê, e o que podemos fazer sobre isso, eles precisam estabelecer uma base, podendo a partir daí medir a mudança.
A conclusão dos cientistas é que a diversidade de plantas sustenta toda a vida na Terra, por isso, é muito preocupante que a nossa própria espécie esteja ameaçando a sobrevivência de milhares de espécies de plantas.
O estudo veio em tempo certo. Governos de vários países estão se preparando para definir novas metas em direção a um esforço global de conversação do meio ambiente, em uma cúpula de biodiversidade da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá em Nagoya, no Japão, no próximo mês.
Fontes:

Plantas Exóticas

Hydnora hydnoraceae

Se comportam como a Raflesia Arnoldii (Flor-monstro), ou seja, parasitam outras plantas para sobreviver. Elas também exalam um forte odor de carniça com a qual atraem besouros coprofágos para dentro de suas flores que, se fecham e só abrem tempos depois para liberar os insetos. Estes cheios de polém acabam por garantir a manutenção destas espécies pois quando visitam outras flores acabam por polinizá-las. Sem sombra de dúvidas uma estrátegia inteligente da parte destas bizarras plantas.

A familia Hydnoraceae, é dividido em dois géneros - Hydnora (5 espécies) e Prosopanche (2 espécies) - , as do primeiro género podem ser encontradas na África continental, Madagáscar e Arabia Saudita e as do segundo são oriundas da América Central e do Sul. Sendo assim, é possível que uma das espécies do género Prosopanche exista no sul de nosso país.

Sem sombra de dúvidas só de olhar para essas fotos, começo a me perguntar daonde surgiram todas aquelas histórias de ETs da ficção científica.

Rafflesia Arnoldii 

De todas, existe uma planta exótica específica que é melhor você nunca encontrar. ARafflesia Arnoldii é extremamente rara e tem 90 centímetros de largura e pode chegar a pesar mais de dez quilos. O problema da planta é que, quando ela está em seu habitat úmido, ela libera um terrível cheiro, sendo até chamada de planta-cadáver pelos nativos da Indonésia. O florescimento da planta é muito raro, e apenas 10 a 20% de suas sementes chegam a ser polinizadas.

Amorphophallus titanum
Outra flor que você não gostaria de ter por perto: esta flor, mais alta que humanos, fede terrivelmente e tem uma cor arroxeada que se assemelha a um cadáver. A flor, que também vem da Indonésia, é muito rara, e tem a maior inflorescência do mundo.

Baobá

O baobá é o nome comum de oito espécies de árvores nativas de Madagascar, existentes na África e na Austrália. Conhecida como árvore-garrafa, ela não apenas se assemelha a uma, mas também consegue guardar em seu interior até 300 litros de água!


Welwitschia Mirabilis


A planta, nativa  do deserto Namibe, na África, é realmente única: ela consiste de apenas duas folhas e um caule com raízes. As folhas continuam a crescer indefinidamente, e o caule engrossa, em vez de ficar mais alto, e pode chegar a dois metros de altura e oito metros de comprimento. A estimativa de vida dessas plantas é de 400 a 1500 anos, e elas podem sobreviver a até cinco anos sem chuva. A planta é utilizada na alimentação e seu nome popular na região, onyanga, significa “cebola do deserto”.











Plantas carnívoras
Espécies,dicas para cultivo

Cephalotus
Cephalotus follicularis
 

Origem:
O cephalotus pode ser encontrado em estado selvagem numa zona estreita junto á costa de cerca de 300 Km á volta de Esperence Bay no sudoeste da Australia.
Não é considerada uma planta para principiantes.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão :
O clima de verão em Portugal é adequado.
Inverno :
5  C a 10  C , não é critico. temperaturas demasiado baixas podem matar a planta.
Humidade:
É necessária uma humidade elevada , devido a isto é necessário um terrário.
Luminosidade:
Sol directo durante muitas horas não é o ideal.
Mais sol origina armadilhas mais pequenas e mais coloridas , menos sol origina armadilhas maiores mas mais verdes.
Água:Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
O metodo do prato com água por baixo do vaso pode ser utilizado mas o cephalotus não gosta de um solo completamente empapado em água por isso convém deixar a água desaparecer completamente do prato antes de acrescentar mais.
Outra forma é regar o solo por cima ( sem molhar a planta ) e deixar escorrer, este metodo requer mais cuidado e experiencia com a planta.
 Solo:
 
Mistura de uma parte turfa acida , com duas partes de perlite.
 Dormencia: Não tem periodo de dormencia.
Alimentação: Insectos pequenos adequados ao tamanho da abertura das armadilhas podem ser usados , formigas ,moscas , aranhas , etc.


Dionaea
Dionaea Muscipula



Dionaea muscipula com caule floral.
Pode-se observar o grande comprimento que atinge o caule floral em relação á planta.
Origem:
A Dionaea muscipula é uma planta originária da américa do norte mais precisamente da Carolina do Norte , apenas pode ser encontrada em Wilmington, numa area de 150 Km em volta desta cidade.
O seu habitat natural é um solo ácido ( Ph entre 3 e 5 ) , o clima é quente e humido com  temperaturas no verão variaveis entre 9 C e 30 C , no inverno a temperatura chega a atingir os 7 C negativos.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão :
O clima de verão em Portugal é adequado.
Não exceder 40  ° C
Inverno :
Abaixo de 15 ° C
Luminosidade:

Sol direto.
Água:
Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
Verão: Solo permanentemente humido, utilizar o metodo do prato com água por baixo do vaso
Inverno: Não tão humido como no verão mas nunca deixar secar completamente,esperar que a água do prato desapareça antes de colocar mais.
Solo:
Nunca usar fertilizantes.
Mistura de turfa acida , perlite ,vermiculite proporções em volume 4 : 1 : 1
Mistura de turfa acida , perlite proporções em volume 1 : 1
Não é muito critico , há varias misturas que funcionam ( sempre tendo em conta que seja uma mistura ácida Ph < 7 )
Dormencia:
Necessita de um periodo de dormencia (Inverno), ou seja precisa de ter alguns meses de frio para descansar , quando a primavera regressa a planta volta a crescer com toda a energia, o não respeito por este periodo pode levar lentamente á morte da planta
Alimentação:
O ideal é deixar a planta em paz, se tiver acesso ao exterior ( pode ser numa janela ) ela consegue "caçar" sozinha,mesmo no interior há sempre uma mosca ou um mosquito que tem azar, mas é sempre divertido apanhar algum bicharoco e dar-lhe a comer , mas neste caso é preciso ter atenção ao seguinte pormenor , só alimentar com insectos vivos , o tamanho ideal do insecto deve ser menor que 1/3 do tamanho da armadilha para que não aja o perigo da armadilha apodrecer durante a digestão.
 Variantes ( cultivars ):
Existem várias variantes de dionea, umas destinguem se pelas cores que apresentam, outras pelas diferenças nas formas das armadilhas.
Sementes:
Para obter germinação destas sementes basta coloca-las na superficie do solo humido sem as enterrar e esperar algumas semanas  considera-se a temperatura ideal para germinação entre 20 C e 25 C , com humidade elevada. A rega deve ser feita pelo método do prato com água por baixo do vaso.

Aliciae



Origem:
Africa do sul.
Condições de cultivo:
Temperaturas:
Verão : O clima de verão em Portugal é adequado.
Não exceder 40   C
Inverno : 5 a 15  C, não é necessário ter estas temperaturas baixas no inverno pode ser mantida a uma temperatura superior durante o ano inteiro sem qualquer tipo de problema.
Luminosidade:
Media luminosidade a sol directo.
Água:
Utilizar apenas água da chuva , água destilada ou água desmineralizada.
Solo:
Mistura de turfa acida , perlite ,vermiculite proporções em volume 4 : 1 : 1
Mistura de turfa acida , perlite proporções em volume 1 : 1
Não é muito critico , há varias misturas que funcionam ( sempre tendo em conta que seja uma mistura ácida Ph < 7 )
Dormencia:
Não necessita de um periodo de dormencia
Fontes:
http://www.carnivoras.org/new/node/192


Nepenthes attenboroughii.



Uma nova espécie de planta carnívora gigante foi descoberta na área central das Filipinas. A planta é uma das maiores do tipo, e pode se alimentar até de pequenos mamíferos, como ratos. Durante a expedição que descobriu a nova espécie, a equipe de botânicos também encontrou samambaias rosadas e cogumelos azuis que não conseguiram identificar.
Acreditava-se na existência desta espécie de planta carnívora desde 2000, quando dois missionários tentaram escalar o Monte Vitória, um ponto pouco visitado da área central das Filipinas, e avistaram a planta. A história chamou a atenção do explorador britânico Stewart McPherson, do botânico Alastair Robinson e de Andreas Fleischmann, especialistas em plantas carnívoras interessados em encontrar novas espécies.
Em 2007, os especialistas viajaram durante dois meses para as Filipinas. Lá, a 1600 metros acima do nível do mar, encontraram a nova espécie. De acordo com McPherson, eles perceberam de imediato que a planta encontrada não era de uma espécie conhecida. A planta recebeu o nome científico de Nepenthes attenboroughii.
Durante a expedição, a equipe de McPherson também encontrou plantas da espécieNepenthes deaniana, que não era encontrada na natureza há mais de cem anos. O único exemplar desta espécie foi perdido em um incêndio em 1945.
McPherson afirma que a nova espécie é uma das maiores plantas carnívoras conhecidas pelo homem. “Ela produz armadilhas espetaculares, que capturam não apenas insetos, mas também roedores do tamanho de ratos”, diz.
A planta não cresce em grande quantidade, mas McPherson acredita que a inacessibilidade do local em que ela é encontrada possa impedir que ela sofra com o ataque de humanos. [BBC]



Fontes:






quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Historia do paisagismo parte 4
Jardins persas
Os persas mesclaram elementos da arquitetura e jardins gregos e egípcios, formando um estilo misto, jardins estritamente formais, bastante elaborados no seu aspecto cênico e utilitário, servindo para o deleite daquele povo. Espelhos de água figuravam em meio ás alamedas onde foram introduzidas espécies perfumadas de árvores frutíferas dentre outras inúmeras espécies de flores o que precede um novo conceito na arte de construí-los, passando a vegetação a ser estimada pelo valor decorativo das flores, sempre perfumadas, do que seu aspecto de utilidade que possuíam anteriormente.
Eles exerceram grande influência sobre a história dos jardins agindo diretamente sobre a estética dos jardins muçulmanos, que por sua vez transportaram certos temas até o extremo ocidente.

 Fontes :